Últimas Estatísticas confirmam: Guarda é o concelho que mais população ganhou na Beira Interior Na Beira Interior, apenas os concelhos da Guarda e de Belmonte contrariam a tendência de perda de população registada em todos os outros, de acordo com dados do INE - Instituto Nacional de Estatística sobre a população nos municípios entre 1991 e 2008. O caso mais preocupante na região é o de Penamacor que regista uma quebra de 30,6 por cento, sendo mesmo o quarto concelho em todo o país que mais perdeu população durante este período.
Os dados foram analisados em dois períodos temporais, o primeiro entre 1991 e o ano 2000, e o segundo, mais longo, entre 1991 e 2008. No primeiro caso, a Guarda é o concelho com melhor registo, com uma subida de 12,1 por cento na população, ficando inclusivamente à frente das vizinhas capitais de distrito, Viseu e Castelo Branco, com 10,2 e 1,2, respectivamente. Belmonte foi o outro caso com registo positivo, com uma população superior de 1,1 por cento. De resto, todos os outros municípios apresentam registo negativo. Os “menos maus” são Covilhã (menos 0,3 por cento), Celorico da Beira (-1,4) e Fundão (-1,9). Seguem-se Vila Nova de Foz Côa (-5,4), Trancoso (-6,5), Aguiar da Beira (-8), Seia e Gouveia (ambos com -8,3) e Manteigas (-9,4). Acima dos 10 pontos percentuais negativos estão Fornos de Algodres (-10,9), Figueira de Castelo Rodrigo (-12,2), Sabugal (-12,9), Pinhel (-14,1), Mêda (-16,6), Almeida (-16,9) e Penamacor (-17,4).
Já entre 1991 e 2008, a Guarda continua a ser a cidade que mais população ganhou na Beira Interior, subindo inclusivamente para 14,7 por cento, embora tenha sido ultrapassada por Viseu que passou a ter 18,5 por cento. Belmonte também melhorou, passando a ter 4,3 por cento, enquanto que Castelo Branco passou a ter registo negativo com menos 0,6 por cento.
De resto, todos os outros concelhos analisados pioraram ainda mais a situação, sendo que Aguiar da Beira “apenas” passou de -8 por cento em 2000 para -8,3 o ano passado. Outras situações com um aumento pouco significativo são os casos do Fundão que registava -2,5 por cento, passando à frente da Covilhã que passou para -3,5. Já Celorico da Beira passou a ter -3,3 e Seia e Gouveia -11,6 e -11,9, respectivamente. Por seu turno, Trancoso registou uma descida menos acentuada passando de -6,5 para -9,9 por cento. A partir daqui, as diferenças negativas são ainda mais acentuadas. Vila Nova de Foz Côa, por exemplo, duplicou o seu registo, passando a deter -10,8. Também Manteigas quase duplicou, passando para -18,1 por cento, ao passo que Fornos de Algodres chegou aos -16,5 e Figueira de Castelo Rodrigo aos -19,1. Para cima dos 20 pontos negativos passaram Sabugal (-21,7), Pinhel (-22,5) e Mêda (-23,1). Pior ainda, a fechar o “top 5” do país estão Almeida (-30,3) e Penamacor (-30,6), só superados por Gavião, Alcoutim (ambos com -31,8) e Sardoal (-57,2). Em oposição, surge Sesimbra, com 92,6 por cento.In: O Interior 15-10-2009



40 comments:
Sim mas infelizmente também é terra de muitos pessimistas, de pessoas sem visão e sem vontade de acompanhar os novos tempos.
Gente que pensa que o sector secundário é o único que pode trazer riqueza quando todos os entendidos dizem que é o terciário (serviços) e o quaternário (o da informação).
Deixem as fabriquetas com milhares de trabalhadores sem qualificações para os chineses, indianos, tailandeses etc. Nós precisamos é de serviços e produzir informação.
Produzir design, desenvolver prodtos, novos conceitos, empresas de serviços caros e inovadores, TECNOLOGIA!
No Reino Unido as falências dos têxteis começaram nos anos oitenta!! A industria automóvel idem aspas. Nem por isso deixaram de aumentar a sua riqueza e liderança mundiais.
Porque se focaram no desenvolvimento de tecnologia e serviços variados de alto valor acrescentado, do design industrial aos serviços financeiros passando pela investigação bio-médica e outras.
Isso é desenvolvimento no século XXI o resto é enganarmo-nos por mais meia dúzia de anos ou então é querermos regredir.
A única industria que nos vai sobrar é a altamente tecnológica e a que faz produtos muito caros quer pelo design quer pela qualidade ou raridade extrema.
A única agricultura que nos vai sobrar é a biológica com produtos de altíssima qualidade e muito exclusivos de pequenas zonas geográficas, vendidos a preço de ouro.
Isso é o Futuro, o resto é engano.
Temos de pensar a economia no século XXI e não no XIX.
Acordem, a Guarda está destinada ao sucesso e algo me diz que poucas cidades no interior serão tão importantes como a Guarda nos próximos 50 anos.
Penso que isto não é mérito da Guarda. Vocês apenas aproveitam a situação geográfica, estratégica e administrativa favoráveis.
Mas principalmente, embora não façam muito por isso, também não dão tiros nos pés como se tem visto aí ao lado nos vossos vizinhos da covilhã:
http://no-fujam.blogspot.com/
O investimento da Universidade na covilhã foi muito mal pensado, muito mesmo. Pior é que nem ela salva a covilhã.
Penso que isto não é mérito da Guarda. Vocês apenas aproveitam a situação geográfica, estratégica e administrativa favoráveis.
Mas principalmente, embora não façam muito por isso, também não dão tiros nos pés como se tem visto aí ao lado nos vossos vizinhos da covilhã:
http://no-fujam.blogspot.com/
O investimento da Universidade na covilhã foi muito mal pensado, muito mesmo. Pior é que nem ela salva a covilhã.
Tejam mas é calados, se nós na covilhã tivessemos as mesmas oportunidades estratégicas que a guarda não tavamos só a crescer a 14% tavamos já tipo aveiro ou setubal! Tenham juizo é por não trabalharmos em conjunto que a região está como está.
Se na guarda quisessem ajudar o resto da região podiam estar a crescer a 50% ou 60% sem que os outros tivessem que ficar mal.
Para começar era fazer pressão para modernizar a linha da beira baixa e acabar com o isolamento da covilhã e do fundão.
Depois era construir o aeroporto regional que até podia ficar a meio em belmonte que era para nao andarmos sempre a puxar cada um para seu lado.
A realidade é que com esta falta de cooperação a covilhã perde mais que a guarda como se tem visto, primeiro pq n tem os mesmos acessos nem a mesma posição e depois pq administrativamente n é tao importante como guarda castelo branco ou viseu.
Pessoal vamos mas é todos puxar para o mesmo lado, de certeza que na guarda não querem ser um oasis no deserto do interior, isso era muito triste. Além de não desenvolver todo o potencial da região.
Vamos nos deixar de bairrismos estupidos e puxar para o mesmo lado.
Tejam mas é calados, se nós na covilhã tivessemos as mesmas oportunidades estratégicas que a guarda não tavamos só a crescer a 14% tavamos já tipo aveiro ou setubal! Tenham juizo é por não trabalharmos em conjunto que a região está como está.
Se na guarda quisessem ajudar o resto da região podiam estar a crescer a 50% ou 60% sem que os outros tivessem que ficar mal.
Para começar era fazer pressão para modernizar a linha da beira baixa e acabar com o isolamento da covilhã e do fundão.
Depois era construir o aeroporto regional que até podia ficar a meio em belmonte que era para nao andarmos sempre a puxar cada um para seu lado.
A realidade é que com esta falta de cooperação a covilhã perde mais que a guarda como se tem visto, primeiro pq n tem os mesmos acessos nem a mesma posição e depois pq administrativamente n é tao importante como guarda castelo branco ou viseu.
Pessoal vamos mas é todos puxar para o mesmo lado, de certeza que na guarda não querem ser um oasis no deserto do interior, isso era muito triste. Além de não desenvolver todo o potencial da região.
Vamos nos deixar de bairrismos estupidos e puxar para o mesmo lado.
Eu acredito nos números mais que nas palavras, mas por ser uma pessoa nos números bem sei que há bastantes formas de alterar uma equação. Tal como vós, apesar de acreditar nos números, não deixo de usar a visão e o pensamento para me ajudarem a ser crítico, sempre num aspecto construtivo. Infelizmente não me parece que a Guarda tenha "crescido" ao invés de Viseu que sim "cresceu" a olhos vistos. A guarda pode ter ganho população mas á conta de quê? Cresceu por causa do desenvolvimento,do aumento da qualidade de vida, do aumento do PIB e de outros factores de caraterização do progresso? Não me parece e a resposta do crescimento está no êxodo que ocorreu no distrito da Guarda em direcção á sua capital de distrito, isto não representa desenvolvimento pelo contrário, significa que a vida no distrito está de tal ordem dificil que as pessoas abandonam as suas terras, signfica que a guarda se está a tonar um "Oásis" do Distrito, pena que esse "Oásis" não tenha vida eterna!
Crescimento seria se a população tivesse crescido na região se a guarda se tivesse expandido e não se estivesse a comprimir( quando comprimimos algo demasiado podemos causar evaporação restando um espaço vazio que promove a destruição progressiva de qualquer mecanismo.
Meus caros alguém defendeu que a Guarda se deveria virar para os serviços e não para a industria, poderá ter razão numa coisa a Guarda não se pode virar para a industria tradicional deveria se voltar para industria dos serviços e da tecnologia . Para tal julgo que a primeira aposta seria de apostar no ensino de valências "inovadoras" e com ampla possibilidade de implementação na região. A Guarda e o Distrito são puramente zonas "Rurais" de riqueza natural, cultural e gastronómica unicas no país e no mundo. Devemos saber encontrar os nosso nixos de mercado, apostar em algo onde sejamos, unicos e competitivos. Existiram várias tentativas de aposta no turismo mas sei que nunca lhes foi dado o apoio necessário para se projectarem além fronteiras. Deveriamos cuidar melhor o nosso património histórico com mais de 9 séculos, os nosso produtos tradicionais dos enchidos ao queijo, á castanha , á carne de criação biológica. Deveriamos dar a tudo isto uma forte vertente tecnológica associando empresas que tradicionalmente seriam clássicas no sentido de aprensentarem produtos típicos a empresas tecnológicamente avançadas, poderiamos associar o que de melhor temos ao que de melhor se criou no planeta nos ultimos anos, usar novos métodos para promover as velhas tradições seria algo fantástico. Apostar na qualidade e na divulgação dando a todos estes negócios mais profissionalismo. Mas para isto tudo teriamos de ter alguém com capacidade e coragem de dizer, este vai ser o caminho desta região nos próximos 10 anos, vamos revolucionar o Ensino, o Património e o Tecido Empresarial , começando por reformar as instituições públicas principais fumentadoras de todos estes projectos.
Sei que muitos podem discordar de mim, é legítimo. Mas gostava era que mais gente apresenta-se ideias concretas....e vejo muito pouco.
Está a acontecer no distrito da Guarda o que se passa em países do dito terceiro mundo. Nestes países existe um deslocamento das pessoas para as grandes metropoles porque as condiçoes de vida das pequenas e médias localidades, são baixas.Isto por falta de empregos por desertificação por menos acesso á saude , por falta de oportunidades para os jovens na educação e no emprego, por caciquismos locais por falta de expectativas no futuro.
Pois bem isto é o que se passa no distrito da Guarda o crescimento da população tem a ver com o crescimento das grandes metropoles de países do terceiro mundo.
No fundo quem está a perder é o distrito e quem está a ganhar com tudo isto?
O post anterior assina Beirão
Concordo com tudo o que foi dito, especialmente que temos de aproveitar esta situação do concelho da guarda para promover as "industrias" no sentido lato (inclui serviços etc) da inovação do que é bem feito, exclusivo e luxuoso.
Das empresas de TI a calçado fabricado artesanalmente, até carros de luxo e/ou desportivos... a mística da Guarda dava para tudo.
Esperemos que estes jovens se convençam disso e empreendam! Criem máquinas nas suas garagens, programas de computador nos seus quartos.,.. vamos em frente!
Nada é ridículo tudo é possível e ninguém sabe o qual a ideia que pode vencer!
No outro dia os miúdos da guarda ganharam ao MIT num concurso de robótica! Sabiam desta???
A Delphi a fechar e esta gente a falar de utopias... valha-me Deus.
Mudança!!
Até que enfim que encontro aqui uma discussão interessante!
Sabem que o Homem também vive de sonhos e Utopias.
Como dizia o poeta "quando o Homem sonha o mundo pula e avança". Têm razão quando avisam que o tal Oasis não faz sentido pois pode secar... de facto o que precisamos é de uma região forte.
Isso não se compadece com os demais concelhos da beira interior a desertificar.
Mas uma coisa é certa: este modelo das grandes industrias de mão de obra não qualificada não tem futuro.
Quando fecham deixam milhares no desemprego. Pessoas com baixas qualificações que não adquiriram capacidades para trabalhar em outros negócios a pequena escala.
As coisas bem feitas bem acabadas, diferentes e exclusivas têm sempre saída.
Basta ver o canal Luxe TV no Meo para perceber que muitos daqueles negócios do alto luxo poderiam funcionar aqui. Mas para isso temos de vencer o facto de sermos periféricos... esses chocolateiros, alfaiates,cozinheiros, perfumeiros, fabricantes de malas têm a vida facilitada porque vivem no centro da Europa e facilmente cativam a clientela sofisticada e endinheirada e se apercebem das tendências e das suas necessidades.
Concordo que precisamos de mudar o modelo económico.
Ti Marias vamos fazer doçaria de qualidade para fora!
Quem sabe ... a excelência está em ao virar da esquina como muito bem lembrou aqui um comentador.
10 Negócios que "davam" na Guarda:
1. Restauração tradicional de qualidade e preço controlado em ambiente típico - Explicação: pretende cativar o tráfego que todos os dia passa na A25.
2. Pequena Fábrica de motociclos tipo "cross" de alta qualidade vendidos a preços altos. Condicionantes: seria necessário trabalhar a imagem da marca em circuitos especializados para potenciar o produto com base na imagem agreste da região.
3. Empresa especializada em e-comerce, baseada na exportação de pequenos volumes de alto valor. Por exemplo revenda de vinhos portugueses caros e raros para o centro da Europa.
4. Loja de venda de produtos tipicamente portugueses destinados à população emigrante e turistas, via e-comerce nos países de destino e loja no centro histórico.
5. Empresa de expedições fotográficas ornitológicas e de natureza.
6. Spa baseado em terapias relacionadas com ar e água puros.
Necessitaria de trabalho da imagem da marca para associar com a região.
7. Unidades turísticas ligadas aos idosos endinheirados do litoral e centro da Europa, ou seja Lares de Luxo.
8. Empresa ligada a turismo radical e de natureza, utilizando as actividades já estabelecidas na região.
9. Conserveira regional, para produzir conservas inovadoras com os excedentes frutícolas (ou outros como caça e cogumelos p.e.) sazonais.
10. Águas gourmet!!! Seguir os passos da Glaciar diamante! Simples barato e dá milhões.
Aqui ficam com uma análise gratuita de quem sabe. É só aproveitar que desta vez não cobro nada.
Este pessoal sonha acordado. Pensão que um desempregado da delphi chega ali ao banco da esquina e pede um empréstimo de 100 ou 200 mil euros para abrir um negócio numa área que nunca trabalhou e sem garantias a dar ao banco e que lhe passam a massa para a mão?
Esses negócios só dão para os endinheirados que estão mais virados para fazer pouco e não arriscar. E essa atitude dos ricos da cidade não produz emprego nem riqueza.
Tivesse eu acesso a um crédito de 150 mil euros que eu mostrava a esses empresários de pacotilha o que é gerir.
Fico feliz pela Guarda mas muito preocupado pela região. O resto dos dois distritos está nas ruas da amargura.
Qualquer dia nem nas sedes de concelho há pessoas. Onde é que vamos parar com esta tendência?
Vamos ter câmaras a gerir o bem comum de dois ou três munícipes todos eles empregados nas câmaras. Isto é ridículo. Onde anda o sr. Sócrates e os governantes deste país enquanto a nossa terra morre?
A demência geral está instalada. Alguém propõem um «Spa baseado em terapias relacionadas com ar e água puros», será que o ignorante sabe que SPA significa Sanus Per Aqua?
Depois, fábrica de motocross??? Honestamente ele há lírios.
ecommerce, devria saber que o comércio electrónico são apenas 0,4% do comercio mundial e não tem expressão. Exemplo, em Gonçalo existiu uma tentativa de comercializar os cestos de vime e quantos foram vendidos pela internet???
O ex-professor do ISACE, passa a explicar, a esses burros caloiros:
a Guarda aumenta de população porque existiu um erro no «cartão do cidadão» com duplicação de moradas! Percebeu...Neste período transitório vão estar residentes em pelo menos duas localizações eu estou com residência em Braga e na Guarda em simultaneo. Percebe?
O que é grave é que existem concelhos que nem com essa duplicação fogem à perda de população!
Existem muitas pessoas da Guarda que emigraram para França, alemanha etc como aconteceu nos anos 70.
Percebeu?
Ou quer um curso na independente?
Os dados são reais e tão apurados quanto possível. Não se baseiam em cartões do cidadão (que a maioria ainda não possui) mas sim em censos de toda a população de 10 em 10 anos e estimativas muito aproximadas nos anos intercalares.
O INE é reconhecido internacionalmente como uma instituição de grande credibilidade e fiabilidade ao nível do melhor que se faz no mundo.
Aceito todas as interpretações menos essa... nem 8 nem 80!
Aliás se não acredita nas minhas palavras vá ler um relatório final e verá que o detalhe vai ao nível do absurdo. Uma precisão germânica.
Está lá tudo, até os emigrantes discriminados à unidade e por freguesia de procedência.
Os imigrantes também estão lá, pode até saber-se o preciosismo de que numa freguesia de Almeida (que não vou aqui citar) reside um indivíduo do Reino unido...
É um nível de detalhe enorme e não apenas na população residente.
Tem lá uma análise muito interessante sobre populações pendulares e qual o tempo que permanecem em cada sítio.
O seu caso estará lá descrito.
Caro egitaniense:
Desista. tentar convencer um guardense de que algo de bom pode ter acontecido na sua terra é uma tarefa impossível.
Se o povo gosta de se queixar é deixalos.
Havia de haver aí um blog chamado muro das lamentações, ia se um sucesso.
Isto agora da Delphi vai demorar gerações e gerações antes que se esqueçam. Já hão de estar a morar em marte e ainda a lamentar-se que a delphi fechou.
Acho que pelo menos alguns conseguiram chegar ao cerne da discussão e não continuar na demagogia que apenas e só tem como objectivo que não se discuta nada.
O Guarda é uma terra sem sucesso e sem desenvolvimento nisso todos temos de concordar. Ninguém quer lamentar o encerramento da Delphi durante gerações, mas devemos discutir os problemas quando eles acontecem, devemos criar na comunidade iniciativas de "brainstorming" pois como diz o povo " duas cabeças pensam melhor que uma ". Ninguém aqui deseja que um desempregado da Delphi vá ao banco pedir 100 ou 200 mil euros para abrir uma empresa. Mas seria bom que as iniciativas do Ministério da Economia e do IAPMEI chegassem aos verdadeiros empreendedores e não fossem ter aos gestores "demodé" que temos na guarda, não deveriam ir ter a novas empresas " fantasmas " criadas por esses senhores só para ir buscar subsídios de "projectos virtuais" ou taxas de juro de 1% para comprarem mais um "pópó". Todos temos o dever de exigir que os apoios das instituições cheguem a quem precisa, e temos o dever de obrigar os titulares dessas mesmas instituições a pensarem no futuro, a apoiarem as boas iniciativas e sobretudo a apresentarem planos sólidos para a comunidade.
A Guarda não pode só ter "defeitos" mas se queremos vencer o primeiro passo é reconhecer e assumir os erros e os fracassos, pois só assim podemos alterar o que está errado. Se alguém aqui não gostasse da sua terra certamente não estariamos a ter esta discussão.
E por mais "estranhos" que sejam os projectos empresariais não devemos excluir nenhum, mas como já tive oportunidade de dizer aqui,a mudança terá de começar nas instituições públicas locais e no Ensino local, tanto ao nível secundário como de escolas profissionais e de ensino superior...depois vem o resto....
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Acho que pelo menos alguns conseguiram chegar ao cerne da discussão e não continuar na demagogia que apenas e só tem como objectivo que não se discuta nada.
O Guarda é uma terra sem sucesso e sem desenvolvimento nisso todos temos de concordar. Ninguém quer lamentar o encerramento da Delphi durante gerações, mas devemos discutir os problemas quando eles acontecem, devemos criar na comunidade iniciativas de "brainstorming" pois como diz o povo " duas cabeças pensam melhor que uma ". Ninguém aqui deseja que um desempregado da Delphi vá ao banco pedir 100 ou 200 mil euros para abrir uma empresa. Mas seria bom que as iniciativas do Ministério da Economia e do IAPMEI chegassem aos verdadeiros empreendedores e não fossem ter aos gestores "demodé" que temos na guarda, não deveriam ir ter a novas empresas " fantasmas " criadas por esses senhores só para ir buscar subsídios de "projectos virtuais" ou taxas de juro de 1% para comprarem mais um "pópó". Todos temos o dever de exigir que os apoios das instituições cheguem a quem precisa, e temos o dever de obrigar os titulares dessas mesmas instituições a pensarem no futuro, a apoiarem as boas iniciativas e sobretudo a apresentarem planos sólidos para a comunidade.
A Guarda não pode só ter "defeitos" mas se queremos vencer o primeiro passo é reconhecer e assumir os erros e os fracassos, pois só assim podemos alterar o que está errado. Se alguém aqui não gostasse da sua terra certamente não estariamos a ter esta discussão.
E por mais "estranhos" que sejam os projectos empresariais não devemos excluir nenhum, mas como já tive oportunidade de dizer aqui,a mudança terá de começar nas instituições públicas locais e no Ensino local, tanto ao nível secundário como de escolas profissionais e de ensino superior...depois vem o resto....
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Estou com o TAG o problema é mm esta classe de empresários sem visão que herdam as suas fortunas e nada fazem a não ser manter a posição. E por vezes nem isso conseguem, caso de uma industria familiar que há ali para os lados da estação.
Esses gajos é que absorvem as ajudas e os créditos que deveriam ser dados a quem quer trabalhar e construir empresas e emprego.
A burocracia é tanta que só mesmo esses magnatas é que têm capacidade de chegar a essas ajudas e créditos.
A delfi vai falir porque estava-se mesmo a ver que este tipo de serviço braçal ia acabar, como aconteceu nos texteis no norte.
O salário mínimo sobe um centimo e eles tão logo a pensar em mudar para marrocos ou prá roménia.
É uma gente estupida sem ideias queimam as terras por onde passam e andam sempre à procura do lucro fácil e de explorar trabalho barato.
Esse tipo de emprego não tem futuro. As pessoas têm é que voltar aos estudos e criar novos empregos porque se esperam que os tubarões venham aí dar emprego podem tirar o cavalinho da chuva. Eles só vêm quando é pra explorar.
Pá! Passa tanto camião e trânsito e comboios aqui pra espanha e de lá para cá e ninguém é capaz de arranjar em negócio para os servir.
Só queria uma moedinha de 10 centimos por cada camião que passa na A25 e na A23.
Estes dados são indesmentíveis e ponto final.
A situação da Delphi também é um dado indesmentível e é culpa dos políticos que não sabem negociar.
Os coscuvilhas refugiados podem vir desde que venham por bem.
Tá à vista de todos só a Guarda e Belmonte conseguem cativar as populações e manter as que já têm.
Houve aí um coscovilha a dizer que isto era típico do terceiro mundo, até parece que só há grandes cidades no terceiro mundo. É só dor de cotovelo.
A diferença é que na Guarda quando fecha uma empresa há outras mais pequenas para dar emprego e na covilhã é a miséria que se tem visto.
Na Guarda já tivemos despedimentos maiores na mesma empresa e nem por isso a população fugiu, antes pelo contrário.Eu cá acho que esta situação é derivada do povo porque pelos políticos já tavamos na ruina. Aos atentados que os xuxialistas têm feito no setor público isto já tava tudo rebentado. Felizmente temos cá empresários dos bons.
Pra mim isto ia lá acabando com a câmara e com os cargos públicos e distribuia-se o dinheiro pelos privados para gerar emprego.
Em dois tempos isto era como a américa.
Mas preferem votar nos xuxialistas que metem lá os funcionários públicos de papo para o ar o dia todo.
Era Tudo privatizado, TUDO. Rua com os xupistas e os xuxialistas.
Ao último anónimo:
Salva-se a Guarda e Belmonte?? A Delphi é culpa dos políticos?? Distribui-se o dinheiro pelos privados e pronto???
Eu não sei que raio de ideias e ideais tem o meu caro, mas veja se coloca isso no sítio.
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1º Já todos chegámos á conclusão que a população cresceu na Guarda pela desertificação do Distrito motivada pela falta de oportunidades e futuro que cada vez mais se faz sentir.
2º Os políticos são culpados de não saber definir o futuro(e são todos não só os socialistas) porque para se fazer pela Guarda não é essecial estar no poder local, mas não são accionistas da Delphi e não concordo que se ajude mais aquela empresa, em "Mundial Insolvência", até porque já lá ficaram 4,5 milhões de euros que bem poderiam ter sido usados em projectos que garantissem emprego a esta gente.
3º Acha que eu como cidadão e contribuinte permitia que o meu dinheiro fosse distribuido por oportunistas sem qualquer tipo de controlo?? Os empresários não são vilões mas também não são santos, apreciam demasiado o lucro e o proveito próprio( pelo menos os desta geração )! O sistema só funciona com o envolvimento de todos e não com a exclusão de alguma das partes, cada um assuma a sua responsabilidade, vista a camisola e toca a trabalhar.
Já agora que empresários bons temos na Guarda? Conheço bastantes e vejo 1 ou 2 medianos...e o resto são todos um "caos". Só conheço uma empresa de sucesso e que é ainda hoje a salvação de muita gente, chama-se Gelgurte, mas apesar de estar na Guarda vive alheada da "sabujice" Egitaniense.
Eu de resto vejo 2 ou 3 empresas com bastantes funcionários mas que são uma miséria da qual todos deveriamos ter era "vergonha" porque vivem e sobrevivem á conta de favores e corrupção. São empresas que alimentam todos os partidos da Guarda, que não são alvo de inspecções das Finanças, que subornam gerentes de bancos para lhe concederem impréstimos, que oferecem "prendas" a políticos para lhes legalizarem os terrenos em zonas de reserva ecológica ou agrícola,em que os patrões passeiam nas suas belas máquinas e os funcionários ganham todos o ordenado mínimo, gastam-se ...etc..etc.E apesar desta sujeira toda são muitas delas empresas sem futuro. Esbanjam-se os poucos lucros e os apoios publicos na compra de bens de luxo( casas, carros,barcos,férias) e não se investe na empresa.Eu prefiro não andar num belo BMW ou num MERCEDES mas ter a minha empresa sempre na vanguarda da tecnologia.
Quantos ás pequenas empresas de serviços e afins, são barcos sem rumo nem destino, sem comandando! São empresas que vivem da sorte e de um mercado local assente no " eu compro a ti e tu compras a mim ", lei esta que as mantém moribundas e não as deixa crescer. São empresas que não conseguem ser competitivas porque não tem qualidade técnica, comercial e administrativa para sair fora da "Quinta". Eu digo porquê, são empresas onde os gerentes/gestores/administradores ou o que lhe quiserem chamar, não cumprem as suas funções pois são uns bombeiros apaga incêndios com muito pouco planeamento e um grande défice de conhecimento e ética.
As empresas da guarda não têm orçamento anual, não definem objectivos colectivos nem individuais na sua estrutura, não têm regulamentos internos, não tem tratamento de dados, estudos de mercado, análise financeira,análise de desempenho, controlo de custos, gestão de stocks, cobrança de dívidas ....resumindo não têm profissionalismo!!! Sobrevivem pela sorte de a Guarda ser um mercado tão pequeno que as grandes empresas nacionais nem se dão ao trabalho de explorar, "mas não há mal que sempre dure nem bem que nunca acabe"!
Era a estas empresas que gostavam de entregar o meu e o vosso dinheiro??
Eu não!!
Bem. A Guarda está uma merda? é isso?
Funcionários de papo para o ar na autarquia
Bem. A Guarda está uma merda? é isso?
Funcionários de papo para o ar na autarquia
Os grandes problemas da Guarda, tem a ver com a realidade do distrito. Como já foi comentado por alguem a população do distrito tem vindo a diminuir nos vários concelhos porque não há oportunidades nenhumas a nível do emprego educação e programas sociais, apenas ficam os idosos e alguns funcionários publicos entre os quais os das autarquias.E é nas autarquias que se gasta muito do dinheiro que podia ser aplicado noutras necessidades de caracter mais sustentaveis, o que se vai gastando com o pessoal trabalhador autarquico é para sustentar meia duzia de interessados politicos, tenham curiosidade em saber o numero de funcionários das autarquias como Trancoso, Sabugal, Celorico. E isto não traz nada de mais para o futuro dos concelhos pois não há retornos nenhuns que permitam manter as pessoas mais jovens.Para alem de ser tudo a prazo e não se criar nenhuma riquesa para garantir o futuro.
Senão reparemos para onde vão alguns dos jovens de Pinhel, Almeida, Sabugal, Fig. Cast. Rod.,Celorico entre outros, por o que sei vão em primeiro lugar para a Guarda e depois irão para o litoral ou imigram.
No final disto quem fica a perder é o distrito e claro que a capital do distrito que é a Guarda.
A atitude dos politicos do distrito é que tem levado a tudo isto, pois há gente com muita capacidade que podia ser uma mais valia para a Guarda que sai porque não estão nem querem estar ligados aos politicos que nos vão governando.
Claro que nem todos são maus e alguns dão do seu melhor mas só de nos lembra-mos dos deputados na assembleia da Republica que tivemos e temos é de não acreditar-mos neles.
Sabiam que por Ex. Pina Moura, Zé Seguro estiveram a representar o distrito da Guarda na Assembleia, e que intervenções fizeram em favor das nossas gentes? Sabiam estes senhores por acaso, que a Guarda tem um museu? E que os habitantes se chamam Egitanienses? E os que lá estão agora transversal aos dois partidos sabem que Pousafoles e Freixedas são localidades do distrito?
São coisas simples que para os verdadeiros cidadãos interessados pelo futuro do distrito e da Guarda contam, muitas vezes é isto que faz a diferença entre o interesse PUBLICO e o interesse pessoal.
Sejamos criticos pois muitos de nós pagamos os nossos impostos tal e qual outros cidadãos de outros distritos , mas não temos as mesmas oportunidades por Ex. no acesso á saúde e á educação dos nossos filhos. Estamos cá, alguns de nós, por opção e por termos aqui as nossas raizes e porque gostamos de ser beirões.Mas isso muitas vezes não é o suficiente para nos manter-mos por cá.
Assina, Beirão
Os grandes problemas da Guarda, tem a ver com a realidade do distrito. Como já foi comentado por alguem a população do distrito tem vindo a diminuir nos vários concelhos porque não há oportunidades nenhumas a nível do emprego educação e programas sociais, apenas ficam os idosos e alguns funcionários publicos entre os quais os das autarquias.E é nas autarquias que se gasta muito do dinheiro que podia ser aplicado noutras necessidades de caracter mais sustentaveis, o que se vai gastando com o pessoal trabalhador autarquico é para sustentar meia duzia de interessados politicos, tenham curiosidade em saber o numero de funcionários das autarquias como Trancoso, Sabugal, Celorico. E isto não traz nada de mais para o futuro dos concelhos pois não há retornos nenhuns que permitam manter as pessoas mais jovens.Para alem de ser tudo a prazo e não se criar nenhuma riquesa para garantir o futuro.
Senão reparemos para onde vão alguns dos jovens de Pinhel, Almeida, Sabugal, Fig. Cast. Rod.,Celorico entre outros, por o que sei vão em primeiro lugar para a Guarda e depois irão para o litoral ou imigram.
No final disto quem fica a perder é o distrito e claro que a capital do distrito que é a Guarda.
A atitude dos politicos do distrito é que tem levado a tudo isto, pois há gente com muita capacidade que podia ser uma mais valia para a Guarda que sai porque não estão nem querem estar ligados aos politicos que nos vão governando.
Claro que nem todos são maus e alguns dão do seu melhor mas só de nos lembra-mos dos deputados na assembleia da Republica que tivemos e temos é de não acreditar-mos neles.
Sabiam que por Ex. Pina Moura, Zé Seguro estiveram a representar o distrito da Guarda na Assembleia, e que intervenções fizeram em favor das nossas gentes? Sabiam estes senhores por acaso, que a Guarda tem um museu? E que os habitantes se chamam Egitanienses? E os que lá estão agora transversal aos dois partidos sabem que Pousafoles e Freixedas são localidades do distrito?
São coisas simples que para os verdadeiros cidadãos interessados pelo futuro do distrito e da Guarda contam, muitas vezes é isto que faz a diferença entre o interesse PUBLICO e o interesse pessoal.
Sejamos criticos pois muitos de nós pagamos os nossos impostos tal e qual outros cidadãos de outros distritos , mas não temos as mesmas oportunidades por Ex. no acesso á saúde e á educação dos nossos filhos. Estamos cá, alguns de nós, por opção e por termos aqui as nossas raizes e porque gostamos de ser beirões.Mas isso muitas vezes não é o suficiente para nos manter-mos por cá.
Assina, Beirão
Os grandes problemas da Guarda, tem a ver com a realidade do distrito. Como já foi comentado por alguem a população do distrito tem vindo a diminuir nos vários concelhos porque não há oportunidades nenhumas a nível do emprego educação e programas sociais, apenas ficam os idosos e alguns funcionários publicos entre os quais os das autarquias.E é nas autarquias que se gasta muito do dinheiro que podia ser aplicado noutras necessidades de caracter mais sustentaveis, o que se vai gastando com o pessoal trabalhador autarquico é para sustentar meia duzia de interessados politicos, tenham curiosidade em saber o numero de funcionários das autarquias como Trancoso, Sabugal, Celorico. E isto não traz nada de mais para o futuro dos concelhos pois não há retornos nenhuns que permitam manter as pessoas mais jovens.Para alem de ser tudo a prazo e não se criar nenhuma riquesa para garantir o futuro.
Senão reparemos para onde vão alguns dos jovens de Pinhel, Almeida, Sabugal, Fig. Cast. Rod.,Celorico entre outros, por o que sei vão em primeiro lugar para a Guarda e depois irão para o litoral ou imigram.
No final disto quem fica a perder é o distrito e claro que a capital do distrito que é a Guarda.
A atitude dos politicos do distrito é que tem levado a tudo isto, pois há gente com muita capacidade que podia ser uma mais valia para a Guarda que sai porque não estão nem querem estar ligados aos politicos que nos vão governando.
Claro que nem todos são maus e alguns dão do seu melhor mas só de nos lembra-mos dos deputados na assembleia da Republica que tivemos e temos é de não acreditar-mos neles.
Sabiam que por Ex. Pina Moura, Zé Seguro estiveram a representar o distrito da Guarda na Assembleia, e que intervenções fizeram em favor das nossas gentes? Sabiam estes senhores por acaso, que a Guarda tem um museu? E que os habitantes se chamam Egitanienses? E os que lá estão agora transversal aos dois partidos sabem que Pousafoles e Freixedas são localidades do distrito?
São coisas simples que para os verdadeiros cidadãos interessados pelo futuro do distrito e da Guarda contam, muitas vezes é isto que faz a diferença entre o interesse PUBLICO e o interesse pessoal.
Sejamos criticos pois muitos de nós pagamos os nossos impostos tal e qual outros cidadãos de outros distritos , mas não temos as mesmas oportunidades por Ex. no acesso á saúde e á educação dos nossos filhos. Estamos cá, alguns de nós, por opção e por termos aqui as nossas raizes e porque gostamos de ser beirões.Mas isso muitas vezes não é o suficiente para nos manter-mos por cá.
Assina, Beirão
Os grandes problemas da Guarda, tem a ver com a realidade do distrito. Como já foi comentado por alguem a população do distrito tem vindo a diminuir nos vários concelhos porque não há oportunidades nenhumas a nível do emprego educação e programas sociais, apenas ficam os idosos e alguns funcionários publicos entre os quais os das autarquias.E é nas autarquias que se gasta muito do dinheiro que podia ser aplicado noutras necessidades de caracter mais sustentaveis, o que se vai gastando com o pessoal trabalhador autarquico é para sustentar meia duzia de interessados politicos, tenham curiosidade em saber o numero de funcionários das autarquias como Trancoso, Sabugal, Celorico. E isto não traz nada de mais para o futuro dos concelhos pois não há retornos nenhuns que permitam manter as pessoas mais jovens.Para alem de ser tudo a prazo e não se criar nenhuma riquesa para garantir o futuro.
Senão reparemos para onde vão alguns dos jovens de Pinhel, Almeida, Sabugal, Fig. Cast. Rod.,Celorico entre outros, por o que sei vão em primeiro lugar para a Guarda e depois irão para o litoral ou imigram.
No final disto quem fica a perder é o distrito e claro que a capital do distrito que é a Guarda.
A atitude dos politicos do distrito é que tem levado a tudo isto, pois há gente com muita capacidade que podia ser uma mais valia para a Guarda que sai porque não estão nem querem estar ligados aos politicos que nos vão governando.
Claro que nem todos são maus e alguns dão do seu melhor mas só de nos lembra-mos dos deputados na assembleia da Republica que tivemos e temos é de não acreditar-mos neles.
Sabiam que por Ex. Pina Moura, Zé Seguro estiveram a representar o distrito da Guarda na Assembleia, e que intervenções fizeram em favor das nossas gentes? Sabiam estes senhores por acaso, que a Guarda tem um museu? E que os habitantes se chamam Egitanienses? E os que lá estão agora transversal aos dois partidos sabem que Pousafoles e Freixedas são localidades do distrito?
São coisas simples que para os verdadeiros cidadãos interessados pelo futuro do distrito e da Guarda contam, muitas vezes é isto que faz a diferença entre o interesse PUBLICO e o interesse pessoal.
Sejamos criticos pois muitos de nós pagamos os nossos impostos tal e qual outros cidadãos de outros distritos , mas não temos as mesmas oportunidades por Ex. no acesso á saúde e á educação dos nossos filhos. Estamos cá, alguns de nós, por opção e por termos aqui as nossas raizes e porque gostamos de ser beirões.Mas isso muitas vezes não é o suficiente para nos manter-mos por cá.
Assina, Beirão
Os grandes problemas da Guarda, tem a ver com a realidade do distrito. Como já foi comentado por alguem a população do distrito tem vindo a diminuir nos vários concelhos porque não há oportunidades nenhumas a nível do emprego educação e programas sociais, apenas ficam os idosos e alguns funcionários publicos entre os quais os das autarquias.E é nas autarquias que se gasta muito do dinheiro que podia ser aplicado noutras necessidades de caracter mais sustentaveis, o que se vai gastando com o pessoal trabalhador autarquico é para sustentar meia duzia de interessados politicos, tenham curiosidade em saber o numero de funcionários das autarquias como Trancoso, Sabugal, Celorico. E isto não traz nada de mais para o futuro dos concelhos pois não há retornos nenhuns que permitam manter as pessoas mais jovens.Para alem de ser tudo a prazo e não se criar nenhuma riquesa para garantir o futuro.
Senão reparemos para onde vão alguns dos jovens de Pinhel, Almeida, Sabugal, Fig. Cast. Rod.,Celorico entre outros, por o que sei vão em primeiro lugar para a Guarda e depois irão para o litoral ou imigram.
No final disto quem fica a perder é o distrito e claro que a capital do distrito que é a Guarda.
A atitude dos politicos do distrito é que tem levado a tudo isto, pois há gente com muita capacidade que podia ser uma mais valia para a Guarda que sai porque não estão nem querem estar ligados aos politicos que nos vão governando.
Claro que nem todos são maus e alguns dão do seu melhor mas só de nos lembra-mos dos deputados na assembleia da Republica que tivemos e temos é de não acreditar-mos neles.
Sabiam que por Ex. Pina Moura, Zé Seguro estiveram a representar o distrito da Guarda na Assembleia, e que intervenções fizeram em favor das nossas gentes? Sabiam estes senhores por acaso, que a Guarda tem um museu? E que os habitantes se chamam Egitanienses? E os que lá estão agora transversal aos dois partidos sabem que Pousafoles e Freixedas são localidades do distrito?
São coisas simples que para os verdadeiros cidadãos interessados pelo futuro do distrito e da Guarda contam, muitas vezes é isto que faz a diferença entre o interesse PUBLICO e o interesse pessoal.
Sejamos criticos pois muitos de nós pagamos os nossos impostos tal e qual outros cidadãos de outros distritos , mas não temos as mesmas oportunidades por Ex. no acesso á saúde e á educação dos nossos filhos. Estamos cá, alguns de nós, por opção e por termos aqui as nossas raizes e porque gostamos de ser beirões.Mas isso muitas vezes não é o suficiente para nos manter-mos por cá.
Assina, Beirão
Olhem pra nós agora que já temos mais alguma população já falamos fino e desdenhamos os da Covilhã e até os chamamos de nomes "engraçados". Olhem como somos superiores.
Já o meu avõ dizia: quanto mais alto maior é a queda, quem ri por último ri melhor, quem desdenha quer comprar.
A Guarda tem sorte de ser sede de distrito e estar junto das vias certas, e nem por isso é melhor que a Covilhã.
Como disse aqui um anónimo: não é mérito dos guardenses, é apenas uma sorte passageira.
Cala a boca! ninguém aqui está interessado nas opiniões das grandes cabeças pensantes da covilhã. Tão grandes e tão pensantes que têm lá um autarca com uma obra digna dos munícipes... irraaa! Afundar dinheiro em obras sem sentido!
Pra mim a Guarda deveria era ter mais parcerias com Viseu, essa sim uma cidade de referência no interior com condicionalismos semelhantes aos nossos. Além do mais eles são da Beira Alta como nós. Sim porque essa idiotice da Beira interior é uma invenção sem nexo.
Em resumo o Distrito está mal, aliás como todo o interior. Mas o concelho não. Seja qual for o motivo factos são factos.
Ponto dois opiniões de senhores como o anterior (anónimo das 11:37PM) são facciosas e só aumentam os desentendimentos entre as duas cidades.
Vamos mas é trabalhar para levar isto para a frente.
Vi aí um entendido a dizer que precisavamos de altas metodologias complicadíssimas para levar uma empresa para a frente. Não concordo totalmente, essa gestão hiper-profissional não faz sentido nas pequenas empresas que todos acham que fazem falta.
O mercado encarrega-se de triar as mais interessantes.
A ideia do restaurante para servir a A25 é interessante, quem o fizer poderá contar com os exemplos dos tempos áureos da nacional n.º1. Agora como é que se faz os condutores sair da auto-estrada para ir a um restaurante? Essa é a questão milionária quem descobrir factura. Também teria de ter um grande estacionamento e uma cozinha popular e capaz de trabalhar rapidamente e em quantidade.
A ideia do Spa também é boa, aliás parece-me que a hotelaria tem funcionado bem. Talvez ainda haja lugar para bons estabelecimentos de hotelaria. Até um motel dava com a rapaziada que por aí anda nos carros e entortar a espinha! E com os senhores de meia idade e suas sobrinhas.
Mas não pensaram no óbvio: um casino para chamar os espanholitos para a cidade e para a hotelaria de luxo que normalmente anda a par com os casinos.
Já sei que daqui a pouco vão dizer que estou a sonhar e que isso só dá nos grandes centros... Mas na verdade em Chaves há um e funciona muito bem.
Um casino é um negócio infalível, infelizmente monopolizado por uma ou duas empresas em Portugal.
Bem meu caro o casino é uma grande ideia...
Enquanto não vem, ouvi hoje o amigo do outro apresentar um programa com 5.000 estágios, e já ouvi dizer que a empresa falida do amigo (câmara da guarda) vai absorver vários estagiários que andaram a lamber as bandeiras da cor. 5000 tachos sem concurso e sem seleccionar os melhores!!! Na câmara da guarda já sabemos a realidade. Alguém conhece algum mau aluno do seu tempo que não seja funcionário da câmara da Guarda?
Vivá Guarda, melhor terra de Portugal!
O problema da Guarda é a própria Cãmara Municipal que nunca teve outra cor, nem sequer tem alternativa colorida como oposição. O ninho está montado.
Vejamos o caso do Jarmelo.
Durante 8 anos a Junta de freguesia do Jarmelo teve um Presidente, independente, formado, dinâmico, que promoveu e mediatizou o Jarmelo de tal forma que teve um impacto astronómico a nível nacional, não só pela promoção dos produtos da região (Tesouras de tosquia, mantas de farrapos…), do património cultural (Castro do Jarmelo, Ronda do Jarmelo…) mas sobretudo pela constante luta pela certificação de uma raça bovina autóctone. “A Jarmelista”.
O que é que lhe aconteceu? Foi afastado. Era dinâmico demais, revolucionário, utópico.
O tabalho deste jovem ex-autarca (Agostinho Silva) e dos seus colaboradores ficou registado durante estes 8 anos em sites fundados por eles como, Jarmelo.com, jarmelo.net e http://jarmelo-acdj.blogspot.com. Parabéns por 8 anos de mandato.
O que é que o Jarmelo ganhou com tipos como este?
Eles sim ganharam popularidade mas resultados? Nada!
Os típicos professores, quando não sabes dás aulas!
Ou então vais para presidente de Junta, e no meio de tanto burro talvez chegues a Deputado.
Pelos vistos depois das mui nobres vacas...apareceu aqui um burro? já tem raça registada? e vacinas em dia???
Quando Deus fez o mundo, para que os homens prosperassem, decidiu dar-lhes apenas duas virtudes. Assim, mandou o anjo-secretário anotar quais seriam os dons:
Aos Suíços, fê-los estudiosos e respeitadores da lei.
Aos Ingleses, organizados e pontuais.
Aos argentinos, chatos e arrogantes.
Aos Japoneses, trabalhadores e disciplinados.
Aos Italianos, alegres e românticos.
Aos Franceses, cultos e finos.
Aos Portugueses, inteligentes, honestos e socialistas.
O anjo anotou, mas logo, cheio de humildade e de medo, indagou:
- Senhor, a todos os povos do mundo foram dadas duas virtudes, porém aos portugueses foram dadas três! Isto não os fará soberbos em relação aos outros povos da terra?
- Muito bem observado, bom anjo! exclamou o Senhor. Façamos então uma correcção: de agora em diante, os portugueses, povo do meu coração, manterão esses três dons, mas nenhum deles poderá utilizar, simultaneamente, mais de duas, como os outros povos!
- Assim, o que for socialista e honesto, não pode ser inteligente. O que for socialista e inteligente, não pode ser honesto. E o que for inteligente e honesto, não pode ser socialista!
Palavras do Senhor!
Retirado de:
BLASFÉMIAS
A Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade
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